III Jornadas PsiRelacional – “Os Limites em Psicanálise Relacional”

O mundo está em permanente transformação, numa  constante  alteração de Limites. Para outra sociedade será  necessária outra Psicanálise? Numa sociedade pós-patriarcal o que resta do “lugar do Pai”? Em que medida a diluição da autoridade paternalista leva a ausência de Limites?
Conduz a um maior sentido de justiça e mutualidade ou à desorganização psíquica? Qual o lugar do Limite na  constituição da vida psíquica e da saúde mental? Os instauradores de Limites (Estado, Justiça, Religião, Ciência,...) estarão em decadência? Com que consequências para a Saúde Mental? Terão estes movimentos repercussões sociais e politicas? A globalização homogeneíza? Diluir a diferença é destruir Limites? Será que um mundo “sem fronteiras” conduz a um maior sentido de cooperação? Será que a diluição da diferença é vivida como uma ameaça à nossa identidade?

Será que os pacientes de hoje desafiam mais os Limites que os pacientes de Freud? Que Limites são necessários para manter o setting na relação terapêutica? Qual é a natureza e a função da autoridade do psicoterapeuta? A agressividade tem limites. O amor tem limites. A tolerância tem limites. A tensão entre a necessidade de amor e compreensão e os Limites inerentes ao setting pode ser vivida como desorganizante pelos pacientes? E pelos psicoterapeutas?

A PsiRelacional convida todos os interessados a pensar "Os  Limites em Psicanálise Relacional".

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