Vivemos um tempo de mudanças rápidas, a tecnologia substitui os Humanos enquanto transforma a ciência e a vida quotidiana. Há psicoterapias pelo Skype, automóveis que travam sozinhos e impedem acidentes, próteses biônicas, marcam-se encontros amorosos deslizando o indicador no ecrã do telemóvel, a informação e o conhecimento flutuam no monitor à velocidade de um clique. A presença, o corpo, a vida ganha uma dimensão virtual.

Perguntamo-nos: que influência terão estas transformações na construção do Humano? É certo que a parentalidade é fundadora do Ser Humano, o nascimento da Mãe é o nascimento do filho, as filhas fazem os pais que fazem as filhas. Como os Pacientes fazem os Psicoterapeutas que cuidam dos Pacientes.

É do corpo, do espaço e da subjectividade da mulher que nasce o feminino e o materno, do masculino nasce o paterno… Mas será hoje apenas e só assim? E quando não é? E quando não há materno nem paterno? E quando o materno e o paterno se desligam do masculino e do feminino? E quando o corpo da mãe não é o corpo materno?

A parentalidade está em transformação, na Cultura, na Sociedade, na Psicanálise. Em cada um de nós. Que dimensões da parentalidade se transformam? Que novos desafios nascem da parentalidade de hoje?

Nos dia 17, 18 e 19 de Maio a PsiRelacional organiza as suas II Jornadas e propõe-se pensar as parentalidades que se transformam, continuando fundadoras do Ser Humano.

Venha connosco.

 

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